Vitorino Silva

Vitorino Francisco da Rocha e Silva

Idade:

49 anos (19 de abril de 1971)

Profissão:

Calceteiro

Estado Civil:

Casado

Percurso:
  • Presidente da Junta de Freguesia de Rans (1994 – 2002);
  • Candidato à Câmara de Valongo (2009);
  • Fundador do partido Reagir, Incluir, Reciclar (2019);
  • Candidato às eleições presidenciais (2016 e 2020).

Debates

“PORTUGAL COM TINO”

Perguntas e Respostas

OBJETIVO DA CANDIDATURA
Porque é que quer ser Presidente da República?

 

“A primeira razão é não ir a votos sozinho. Há o sistema, o fora do sistema e o antissistema. Eu sou fora do sistema. Eu estou aqui porque o povo está acordado.”

Fonte: Entrevista na RTP no dia 31 de dezembro de 2020

Porque é que é diferente? Qual é a diferença em relação aos outros?

 

“Os outros são do sistema, eu tive um partido político e a comunicação social não apareceu.
Eu nas eleições presidenciais passadas tive 152 mil votos, mais do que a Iniciativa Liberal e o Chega juntos, mas o destaque que lhes dão é diferente.”

Fonte: Entrevista na RTP no dia 31 de dezembro de 2020

O que é que o motiva? Porque é que quer ser Chefe de Estado que é a figura máxima política?

 

“É o meu país, fui presidente da Junta de Freguesia com 21 anos e não foi fácil, também não vai ser fácil ser Presidente da República, mas é um direito que eu tenho. Estou a exercê-lo e sinto o apoio de muita gente, há muita gente que me gostava de ver ser Presidente da República. É tempo de o povo tomar o papel principal.”

Fonte: Entrevista na RTP no dia 31 de dezembro de 2020

PODERES DO/DA PRESIDENTE
Se for eleito Presidente da República e tendo em conta que poderemos ter um governo minoritário PS, talvez com menos apoio da geringonça, como é que atuava perante isto?

 

“A partir do momento em que as pessoas viram o que aconteceu na Madeira e nas eleições legislativas, não há grandes diferenças entre os partidos. O Presidente só pode dissolver a assembleia quando for do interesses do país, não pode dissolver a assembleia por razões que não têm acontecido.”

Fonte: Entrevista na RTP no dia 31 de dezembro de 2020

Era capaz de vetar um orçamento que não tivesse as medidas que considera necessárias?

 

“Era capaz de vetar se visse o dinheiro a ir facilmente para os grandes e se não se chegasse ao povo, aos que mais precisam. É muito fácil dar medalhas a quem ganha, agora o povo que sempre pagou a crise numa ganhou uma comenda.”

Fonte: Entrevista na RTP no dia 31 de dezembro de 2020

Se fosse ou viesse a ser Presidente aprovaria um governo que integrasse o partido Chega?

 

“Eu sou candidato, o André é candidato, vou tratar as pessoas da mesma forma. Eu tenho respeito pela aprovação pelo Tribunal Constitucional, se o Tribunal aprovou o partido Chega, tenho de respeitar a decisão. Há muitas coisas com que não concordo e ideias do partido. O meu partido defende o incluir, ele é o afastar, entre o incluir e o afastar, aquilo que digo “o português de primeira e o português de segunda”, acho que aqui somos o oposto. Eu digo que a minha candidatura é contra os populismos não contra o populismo, porque há vários tipos de populismos.
Ele defende a sua dama e está cá o povo para votar. Agora não posso extinguir, ou dizer que vamos extinguir o partido A, B ou C, porque isso é dar tiros nos pés.”

Fonte: Entrevista na TSF no dia 27 de dezembro de 2020

COVID-19
Há alguma situação, tendo em conta os momentos complicados que passamos, em que o Governo tenha falhado e o Presidente não tenha sido tão duro como devia?

 

“Na questão do covid-19. No início as pessoas não sabiam e houve muitas pessoas que se aproveitaram. Devia haver um canal só para o covid-19. Os políticos deviam distanciar-se um pouco do covid-19. (..) O Marcelo Rebelo de Sousa muitas vezes decidiu em função dos focos da agenda mediática e não pode.”

Fonte: Entrevista na RTP no dia 31 de dezembro de 2020

Valoriza a colaboração que tem havido entre o Presidente e o governo na estratégia de combate à pandemia? Faria o mesmo?

 

“Temos de ver o país como um todo. Em tempo de guerra, como foi, os soldados têm de ir todos para a linha da frente. Claro que muitas vezes concordei, mas muitas vezes nãos gostei do aproveitamento, porque o covid tem focos e vi muita gente pôr-se em bicos de pés para aparecer à custa do covid.”

Fonte: Entrevista na TSF no dia 27 de dezembro de 2020

TAP
O que é que acha que devemos fazer com a TAP? Devemos pagar para manter e restruturar a TAP? Concorda com o plano para restruturar a TAP?

 

“Portugal tem boas universidades, bons gestores, mas quando estão à frente de empresas do Estado não são tão bons. A TAP é de serviço publico, temos de ver Portugal como um todo. Neste momento não há voos, uma das soluções era cancelar a feitura do novo aeroporto. Se não se fizesse o aeroporto, que acho que neste momento não é necessário, tinha-se dinheiro para salvar a TAP. Podia começar-se por aí.”

Fonte: Entrevista na RTP no dia 31 de dezembro de 2020

Acha que o Presidente da República falhou neste caso para com o cidadão que morreu, quando o Presidente esperou por um relatório para falar com a família? Se fosse presidente faria o mesmo?

 

“O Presidente da República não tem de falar com toda a gente, há casos isolados. Quando acontecem casos como este, casos isolados e querem acabar como o SEF. O SEF já defendeu muito as nossas fronteiras e tem de ser respeitado. As pessoas que cometeram esses crimes têm de ser punidas, mas uma coisa é punir as pessoas, outra coisa é punir a história do SEF.”

Fonte: Entrevista na RTP no dia 31 de dezembro de 2020

EUTANÁSIA
O parlamento aprovou a lei que vai regulamentar a eutanásia e brevemente chegará ao Palácio de Belém, se fosse Presidente promulgava?

 

“Eu concordo com a eutanásia, porque eu sou um cidadão do mundo e deste tempo. Este é o tempo certo para uma pessoa evoluir, para Portugal evoluir. É também uma decisão de cada um, mesmo não concordando, respeito a opinião dos outros e na democracia temos de respeitar a opinião dos outros.”

Fonte: Entrevista na TSF no dia 27 de dezembro de 2020

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