Tiago Mayan Gonçalves

Tiago Pedro de Sousa Mayan Gonçalves

Idade:

43 anos (5 de março de 1977)

Profissão:

Advogado

FORMAÇÃO:

Licenciado em Direito pela Universidade Católica Portuguesa do Porto

Percurso:
  • Presidente do Conselho de jurisdição da Iniciativa Liberal;
  • Membro fundador da Iniciativa Liberal;
  • Membro da Assembleia de Freguesia da União de Aldoar, Foz do Douro e Nevogilde.

Debates

“A ALTERNATIVA LIBERAL À PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA”

Perguntas e Respostas

OBJETIVO DA CANDIDATURA
O objetivo da sua candidatura é mesmo ser presidente da república? Acredita que atendendo às sondagens, atendendo a ter um Presidente que vai ser reeleito, é para ser Presidente da República ou é para tornar a Iniciativa Liberal um partido mais conhecido e com mais relevância?

 

“O objetivo é apresentar a proposta e a visão liberal do exercício do mandato de Presidente da República. Eu estou aqui porque eu avancei, eu avancei e assumi esta proposta de apresentar o que é a visão liberal.”

Fonte: Entrevista na RTP no dia 21 de dezembro de 2020

O que vê em si mesmo que o habilita a candidatar se a Presidente da República?

 

“O que pretendo enquanto presidente é devolver o poder ao seu dono, que é o cidadão. Os portugueses estão limitadíssimos nas suas capacidades de escolha, nas suas capacidades de tomar decisões, nas suas capacidades de agir, por um Estado que, ou bloqueia as suas capacidades de escolha, como por exemplo nos cuidados de saúde e educação, ou prende os cidadãos em teias burocráticas, em carga fiscal pesadíssima e mesmo, na sua capacidade de agir, onde vemos uma deriva cada vez mais autoritária deste governo.”

Fonte: Entrevista na TVI no dia 23 de novembro de 2020

ESTADO DE EMERGÊNCIA
Se fosse presidente não propunha o estado de emergência? Qual era a sua alternativa?

 

“A questão é saber em que consiste o estado de emergência. Não é um estado ligado ou desligado. Um presidente quando pondera decretar um estado de emergência, tem de ter muito presente que um estado de emergência destina-se a garantir o quadro em que se vão poder manter os direitos, liberdades e garantias, num contexto de emergência. As alternativas deviam ser medidas de saúde publica, questões como a negociação com os privados a tempo e horas da oferta para a saúde.”

Fonte: Entrevista na TVI no dia 23 de novembro de 2020

TAP
O Estado português deve gastar pelo menos 3700 milhões de euros para salvar a TAP, ou acha que o governo a deveria deixar cair a TAP?

 

“A TAP é o Novo Banco com asas. O governo não deve meter nem mais 1 euro de dinheiro público na TAP. A TAP, das duas um, ou é viável, ou não é viável. Se a TAP for viável encontrará o seu caminho, se a TAP for viável, que seja com acionistas privados, não com o dinheiro publico.”

Fonte: Entrevista na RTP no dia 21 de dezembro de 2020

COVID-19
Se fosse presidente pedia ao governo para demitir a ministra da saúde e da diretora geral da saúde?

 

“Esta resposta à pandemia de facto tem sido completamente errática e às vezes contraproducente e muito mal comunicada e isso critico, quer na senhora ministra, quer na senhora diretora-geral da Saúde. Naturalmente, que neste ponto e tendo em conta a cegueira ideológica que vimos no exercício da ministra da Saúde, ao recusar até à última da hora, a utilização de todo o sistema instalado de saúde privado, para ajudar no combate a pandemia. Essa cegueira mantém-se até aos dias de hoje. Eu bem sei que o Primeiro Ministro proclama que não se trocam generais em tempos de guerra, mas ele já o fez.”

Fonte: Entrevista na RTP no dia 21 de dezembro de 2020

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