Marcelo Rebelo de Sousa

Marcelo Nuno Duarte Rebelo de Sousa

Idade:

72 anos (12 de dezembro de 1948)

Profissão:

Professor universitário, jurista, jornalista, comentador político.

Estado Civil:

Divorciado

FORMAÇÃO:

Licenciado em Direito pela Universidade de Lisboa, Doutorado em Ciências Jurídico-Políticas.

Percurso:
  • Fundador do Partido Social Democrata;
  • Deputado na Assembleia Constituinte;
  • Secretário de Estado dos Assuntos Parlamentares (1981 – 1982);
  • Ministro dos Assuntos Parlamentares (1983 – 1984);
  • Candidato à presidência da Câmara de Lisboa (1989);
  • Líder do Partido Social Democrata (1996 – 1999);
  • Comentador Político (1993 – 2015);
  • Presidente da República (2016 – presente).

Debates

“PROXIMIDADE, ESTABILIDADE, COMPROMISSO”

Perguntas e Respostas

OBJETIVO DA CANDIDATURA
SE FOR REELEITO PARA UM SEGUNDO MANDATO, VAI SER UM PRESIDENTE DIFERENTE? MAIS INTERVENTIVO?

 

“Os princípios aos quais vou obedecer são os mesmos. E os princípios fundamentais são: proximidade, estabilidade e procura de compromisso naquilo que é essencial. E depois, reforço da área de poder para ser sustentável, reforço da oposição para o Presidente dispor de alternativa em caso de crise.”

Fonte: Entrevista na TVI dia 21 de dezembro de 2020

ESTADO DE EMERGÊNCIA
ATÉ QUANDO É QUE PREVÊ QUE O PAÍS TENHA DE ESTAR EM ESTADO DE EMERGÊNCIA?

 

“Diria, quando os números de casos forem reduzidos a tal ponto a que sua projeção nos internamentos e cuidados intensivos permita considerar uma realidade estabilizada, sem risco de disparar a situação. Ao mesmo tempo, quando o número de portugueses vacinados for tão significativo que aumenta a imunização, que atualmente é muito baixa.”

Fonte: Entrevista na SIC dia 11 de dezembro de 2020

COVID-19
QUE CERTEZAS É QUE OS PORTUGUESES PODEM TER EM RELAÇÃO À LOGISTÍCA DA VACINA CONTRA A COVID-19? QUAL SERÁ O SEU GRAU DE EXIGÊNCIA NESTA MATÉRIA?

 

“É tal a minha preocupação que eu insisti em ter contacto com as empresas produtoras de vacinas, isto porque queria perceber quais as quantidades que cabiam a Portugal e quais os prazos. E para mim ficou muito claro o seguinte: há vacinas que estão atrasadas, não contemos com elas no início de janeiro. Sei que uma coisa que preocupa o primeiro-ministro é não criar nos portugueses expectativas elevadas.”

Fonte: Entrevista na SIC dia 11 de dezembro de 2020

ESTÁ PREOCUPADO COM O IMPACTO QUE A PANDEMIA VAI TER NA AFLUÊNCIA AOS LOCAIS DE VOTO E COM A POSSÍVEL SUBIDA DA ABSTENÇÃO?

 

“Houve uma iniciativa legislativa que eu promulguei no dia 5 de novembro para tratar das pessoas confinadas, para aumentar a hipótese de voto presencial antecipado. Tem problemas, mas eu promulguei porque é melhor que nada. Isso preocupa-me, é uma questão que me preocupa como a pandemia em geral.”

Fonte: Entrevista na SIC dia 11 de dezembro de 2020

SEF
QUER UM NOVO MINISTRO OU QUER UM NOVO SEF?

 

“É muito simples: um novo SEF, disse-o ontem de forma clara, e um novo SEF significa: é o governo quem decide. Mas significa, provavelmente, a transferência de competências do SEF, de controlo de fronteiras para outras entidades policiais. Isto é uma revolução difícil, por isso é que demorou tanto tempo a ser debatida.”

Fonte: Entrevista na SIC dia 11 de dezembro de 2020

TAP
PORQUE É QUE AO LONGO DESTES ÚLTIMOS ANOS, NUNCA O OUVIMOS FALAR SOBRE A COMPONENTE POLÍTICA DA TAP, UM NEGÓCIO QUE SENDO IMPORTANTE, PODE SER UM DESASTRE NACIONAL?

 

“Eu digo-lhe rapidamente o que penso sobre a TAP.
Primeiro ponto: deve ou não haver TAP? Eu acho que sim, é fundamental por uma razão muito simples: as comunidades portuguesas. Um dos vínculos às nossas comunidades a Portugal chama-se TAP e ninguém substituirá isso.
Segundo ponto: deve entender-se se isso deve pesar em termos de contributo financeiro, no momento em que a pandemia fez juntar à situação anterior da TAP uma situação generalizada? Eu acho que sim. Tem de se fazer uma reestruturação e tem de se pagar o preço dessa reestruturação.

Terceiro ponto: passa por Bruxelas ou não? Sim. É obrigatório.

Quarto ponto: quem é competente para isso? O governo

Os 3.700 milhões de euros para a TAP até 2025, trata-se de uma realidade que não foi só portuguesa, mas europeia, está a acontecer com outras companhias e esta é muito importante para nós (…) Tenho a noção da gravidade da situação.”

Fonte: Entrevista na SIC dia 11 de dezembro de 2020

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