André Ventura

André Claro Amaral Ventura

Idade:

37 anos (15 de janeiro de 1983)

Profissão:

Deputado, professor universitário e ex-comentador televisivo (desportivo e político)

Estado Civil:

Casado

FORMAÇÃO:

Licenciado em Direito pela Universidade Nova de Lisboa, Doutorado em Direito Público pela Universidade de Cork na Irlanda.

Percurso:
  • Militante do Partido Social Democrata (2001 – 2018);
  • Candidato do Partido Social Democrata por Loures nas Autárquicas de 2017;
  • Vereador na Câmara de Loures (2017 – 2018);
  • Abandona o Partido Social Democrata em 2018 e no ano seguinte funda o Chega!;
  • Presidente do Chega! (2019 – presente);
  • Deputado da Assembleia da República (2019 – presente).

Debates

“POR PORTUGAL, PELOS PORTUGUESES”

Perguntas e Respostas

OBJETIVO DA CANDIDATURA
Como candidato, serve-lhe aquela máxima de ser candidato a presidente de todos os portugueses? Ou ficam de fora os que se assumem de esquerda e extrema esquerda ou os que pura e simplesmente não confiam num voto em André Ventura?

 

“Não, olhe, mas eu também lhe vou dizer que não vou ser igual aos outros nessa matéria. Comigo não há a história do presidente de todos os portugueses e do presidente de todos e dos sorrisos para todos. Eu serei o presidente de todos os portugueses que sejam de esquerda ou sejam de direita, isso não há dúvida nenhuma, mas serei essencialmente o presidente de todos os portugueses que trabalham, que contribuem e querem fazer deste um país diferente. Não serei o presidente dos portugueses que vivem à custa do sistema, que vivem à custa de subsídios, que vivem à custa de corromper o sistema ou que vivem à custa de esquemas para que os que trabalham sejam sempre eles a sustentar.”

Fonte: Entrevista no Jornal Público no dia 3 de dezembro de 2020

PODERES DO/DA PRESIDENTE
QUER MESMO SER PRESIDENTE DA REPÚBLICA OU ISTO É UM TRAMPOLIM PARA PROMOVER O CHEGA?

 

“Nós achamos que o Presidente da República não pode ser o “corta-fitas” que tem sido. Na verdade, nós reduzimos a atual função presidencial a um “corta-fitas”. A minha candidatura nasce da profunda injustiça que senti.”

Fonte: Entrevista na RTP no dia 15 de novembro de 2020

SE FOR ELEITO PRESIDENTE, VAI TER ALGUMA HESITAÇÃO QUANDO TIVER QUE JURAR, FAZER CUMPRIR E CUMPRIR ESTA CONSTITUIÇÃO?

 

“Para lhe ser franco, eu não gosto desta Constituição, mas vou reger-me por ela. Não escondo aquilo que quero: um novo regime e uma nova Constituição. Se for eleito, vou cumprir a atual Constituição, alterando-a dentro dos mecanismos que ela própria estabelece. Eu não quero uma Constituição que me obrigue a ter o mínimo de 180 deputados para 230, eu quero uma Constituição que permita ter 100 deputados. Porque ninguém sabe quem são os outros deputados.
O que vou fazer se algum dia liderar o Estado é usar as regras do jogo democrático para conseguir as transformações que queremos fazer, com lealdade aos portugueses. Vou cumprir esta Constituição com os processos de transformação que ela permite.”

Fonte: Entrevista na RTP no dia 15 de novembro de 2020

Vamos supor que ganha as presidenciais: demite Costa, dissolve o Parlamento ou pede um acordo escrito para garantir estabilidade?

“Exigia ao PS instrumentos de garantia de estabilidade: um acordo escrito com as várias forças. Não podemos ter um Governo nas mãos do PAN e de duas deputadas não inscritas, num momento de crise em que vão chegar fundos estruturais importantíssimos, com uma dívida pública a atingir valores históricos. O Presidente da República (PR) deve ser o último a querer instabilidade nesta altura.”

Fonte: Entrevista ao Jornal Expresso no dia 18 de dezembro de 2020

SEF
O que faria no caso do SEF?

 

“Não permitiria que o ministro da Administração Interna andasse a desdizer-se em conferências de imprensa, e não permitiria que um diretor nacional de uma polícia anunciasse uma reforma de importância estrutural: chamava-o à responsabilidade imediatamente. Nunca permitiria que o Estado ignorasse tanto tempo a morte de um cidadão à sua guarda. Este caso não pode acontecer. Mas condeno esta tentativa de linchamento do SEF.”

Fonte: Entrevista ao Jornal Expresso no dia 18 de dezembro de 2020

COVID-19
Acredita que o SNS tem estado à altura na resposta à crise pandémica ou tem que ser reforçado?

 

“Não acho que não tem estado. Não sou eu que acho, os portugueses não acham, porque quando, por causa do COVID, fica para trás tudo o que são outros fenómenos e outros problemas de saúde, mostra que não temos um SNS capaz de funcionar. Era o grande milagre Português, na verdade, deixa muito a desejar em muitas matérias e, por isso, o que nós temos defendido é uma combinação entre o público e o privado.”

FFonte: Entrevista à Rádio Observador no dia 16 de dezembro de 2020

Presidenciais 2021

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